Porque sempre se escreve algo do tipo quando se perde a esperança em si mesmo...
Não que tudo que até então vivo seja mentira, mas é que nem tudo se faz tão verdade quanto a grande solidão que hoje me acompanha. Por vezes até oportuna. Por outras um tanto incômoda.
Não que tudo que até então vivo seja mentira, mas é que nem tudo se faz tão verdade quanto a grande solidão que hoje me acompanha. Por vezes até oportuna. Por outras um tanto incômoda.
Enfim, o que se faz real verdade é a falta que teu carinho me faz, não me basto.
Não consegui reaprender a ser só, a ser completa.
Todo esse tempo que nos dividiu serviu apenas para que eu me decepcione cada dia mais comigo mesma, pois não sei mais ser um. Quero a todo tempo ser dois. No entanto, a minha outra parte já se ocupa em completar outro ser.
E eu? E? Como ser? Como?
As coisas que satisfazem os demais que são completos em si mesmos não mais me agradam, as minhas manias são tuas manias. O meu caminho é quase sempre o teu. Como?
Mas, como?
Ensinar-me tu não podes, afinal és completo por ter um outro ao teu lado.
Como?
Conseguirei a resposta, tenho que ter paciência, afinal não resta mais que esperar.
Mas...
‘Não solta da minha mão’, A casa ainda cheira a Lótus, não solta...
Lua Litpos
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