quinta-feira, 9 de junho de 2011

Sorte, amor e morte - 29.05.11

Escrevo minha dor,
Anoto meu amor
Quem notou o entristecer de minha’lma?
Murchou com o cantar do forte,
Acabando com toda minha sorte

Como orquídea exposta ao sol forte,
Vivo agora sem beleza, vida ou sorte.
Sinto o falecer de toda a calma
Da tristeza desesperada da minha dor
Por quem deixei acender o amor.

Lívia Portela

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