[re]descubro o humano,
[re]vejo crenças,
[re]abro-me!
E como que num surto [re]nasci! Agora me sou! Tudo tem o mesmo brilho de outrora... Saio neste instante do casulo pintado há tempos, abro minhas asas, bato-as, alço voo... seguirei, prosseguirei... Volto a me lançar, abandonar, reinventar. Já não sou a mesma de antes. Revivi, revi as cores de minhas asas, agora estão mais vibrantes que outrora. Não sei se mais exuberantes, mas que importa? Me basta que sejam radiantes e irradiantes! Afinal, são elas... elas são responsáveis pelo meu voar!
L.P.
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