segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A Lua também sangra!


Esvaio-me em sangue
Perco cor
Perco brilho, fulgor
Profundamente ferida
Visivelmente minguando, escurecendo
Desaparecendo
Desejando ausência de magnetismo
Inconformismo por está presa a quem me fere.
Ser Lua, também um sacrifício.

L.P.

Nenhum comentário:

Postar um comentário