Minha pequenez é tão absurda que me assusto diariamente, perdida na imensidão do Universo, buscando em verso resposta para minha poesia.
Sou caminhante, por vezes errante, atenta à vasta dimensão que a palavra e o silêncio alcançam.
Emudeço muitas vezes, é que a amplitude que agrada e afaga.
Ensurdeço outras tantas, é que o coração é meu guia e no barulho somos guiados a caminhos estranhos à nossa alma.
Enlouqueço algumas outras, é que ter coragem em um mundo de covardes nos faz perder o prumo.
Agradeço sempre, é que se sou pequenina e estou conectada, só me resta aceitar, confiar e seguir.

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