Bons ventos ainda sopram e me trazem boas mensagens, esperanças,
energias. Não mais sopram em minha janela, ou nem mesmo tenho mais uma
janela. Mas, o que importa é que encontrei amparo, um porto seguro, que
tem janela e mensageiro dos ventos, tem paz e bons tempos.
E tudo tem sua leveza e seu peso natural, cabe a nós que utilizamos
escolhermos se queremos que tudo voe de tão leve, ou pese de forma capaz
de impedir a decolagem até do mais ligeiro pássaro.
Reaprendendo a me escutar, respeitar, atentar para o sublime e sublinhar o subliminar.
E na tentativa de resgate do meu, eu encontrei a poesia viva nas águas mansas que me molharam e me trouxeram de volta à vida!
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